
Não sou eu, pensei que podia ser.
E até queria, mas não sou eu.
Tem feridas que nunca saram.
Ou saram, mas a gente fica com medo de machucar de novo.
Ou até perde o medo, mas os obstáculos afastam.
Distâncias. Proximidades.
Tão perto, nem um sinal, nem um aviso. Distância.
Proposital? Medo? Intencional?
Pra que? Se longe é tão bom, e perto podia ser.
Podia.
Mas não sou eu.
Tão próximo. Frase incompleta.
Tem feridas que nunca saram.
Ou saram, mas a gente fica com medo de machucar de novo.
Ou até perde o medo, mas os obstáculos afastam.
Distâncias. Proximidades.
Tão perto, nem um sinal, nem um aviso. Distância.
Proposital? Medo? Intencional?
Pra que? Se longe é tão bom, e perto podia ser.
Podia.
Mas não sou eu.
Tão próximo. Frase incompleta.
Completa.
Certeza.
Teu riso, ah, teu riso…
Posso escutar, ver, lembrar.
De que adianta?
Distância.
Teus olhos queimam.
Mas não sou eu.
Vigiam, percebem, notam, condenam.
Por quê? Qual razão?
Interesse.
Teu riso, ah, teu riso…
Posso escutar, ver, lembrar.
De que adianta?
Distância.
Teus olhos queimam.
Mas não sou eu.
Vigiam, percebem, notam, condenam.
Por quê? Qual razão?
Interesse.
Desinteresse.
Curiosidade.
Proximidade.
Mas não sou eu.
Tão próxima, tão distante.
Estende a mão, percebe, estou aqui.
Frente a você.
Queria estar aí com você.
Distâncias.
Proximidade.
Só eu.
Curiosidade.
Proximidade.
Mas não sou eu.
Tão próxima, tão distante.
Estende a mão, percebe, estou aqui.
Frente a você.
Queria estar aí com você.
Distâncias.
Proximidade.
Só eu.
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